Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

quinta-feira, 3 de junho de 2010

M estima que 2 milhões de pessoas tenham ido à Marcha para Jesus em SP

Imprimir E-mail
FERNANDO GALLO da Folha   


PM estima que 2 milhões de pessoas foram à Marcha
 para Jesus, realizada hoje na zona norte de São Paulo
A Polícia Militar de São Paulo estimou em 2 milhões o número de pessoas que compareceram à 18ª Marcha para Jesus, que ocorre nesta quinta-feira em São Paulo.
Apesar disso, a organização do evento manteve a estimativa de que 5 milhões de simpatizantes da Marcha tenham ido à zona norte da capital paulista.
O ponto de concentração é a praça Heróis da FEB (Força Expedicionária Brasileira), na zona norte.
O apóstolo Estevam Hernandes e a sua mulher, bispa Sônia Hernandes, fundadores da Igreja Renascer em Cristo, comandam o evento, com entradas no palco para orações e discursos, intercalados com shows de diversos cantores evangélicos e bandas.
Eles fizeram todo o percurso da Marcha, desde o ponto inicial, na estação Tiradentes do metrô, até o final, na praça da FEB, em cima de um dos 14 trios elétricos que passaram pelo evento.
Estevam concendeu uma entrevista coletiva, mas se recusou a responder sobre o processo que enfrenta na Justiça por evasão de divisas e falsidade ideológica.
Os participantes da Marcha, incluindo muitos jovens, cantaram orações em ritmos como rap, rock, axé e hard core.
Trinta e cinco bandas se apresentam nesta quinta, entre elas Renascer Praise, André Valadão, Chris Duran, Leonardo Gonçalvez, Banda do PA, Soraya Moraes e Davi Sacer

Marcha para Jesus terá mais de 500 caravanas e 35 bandas

Evento acontecerá todos os anos 60 dias após a Páscoa
Marcha para Jesus terá mais de 500 caravanas e 35 bandas Mais de 500 caravanas de várias denominações, 35 bandas já têm participação confirmada na Marcha para Jesus 2010, que acontece nesta quinta-feira, dia 3 de junho, em São Paulo.

A 18ª edição da Marcha, que tem o tema “Marchando sobre as Águas”, é o maior evento gospel do planeta. Neste ano, a Marcha novamente sairá do Metrô Tiradentes e seguirá em direção à Praça Heróis da FEB, próximo ao Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo.

Este será o primeiro ano que a Marcha acontecerá em uma data estabelecida por lei federal. Em setembro do ano passado, o evento passou a fazer parte do calendário oficial do país por meio da lei 12.025, assinada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva. Segundo a nova lei, a Marcha acontecerá todos os anos 60 dias após a Páscoa.

Prefeitura de São Paulo, CET, São Paulo Turismo e a Polícia Militar estão dando suporte para que o evento seja realizado. Ao longo do percurso, aproximadamente 800 policiais militares estarão fazendo um trabalho preventivo e de apoio à segurança.

Outros mil voluntários estarão prestando apoio ao evento. Também estará disponível um ambulatório com mais de 100 profissionais, entre médicos e enfermeiros.

Depois da caminhada, começa o evento musical com a participação de 35 bandas e cantores do meio evangélico, entre eles Renascer Praise, André Valadão, Chris Duran, Leonardo Gonçalvez, Banda do PA, Soraya Moraes e Davi Sacer. O cantor norte-americano Michael W. Smith, que estará se apresentando no país no mesmo período, fará uma pequena participação no evento.

Veja a seguir as orientações gerais para quem vai à Marcha:

• Ponto de encontro: de preferência não deve ser na entrada do metrô para não atrapalhar a circulação das pessoas;
• Crianças devem estar identificadas. No site da Marcha (www.marchaparajesus.com.br) existe um modelo para crachá de identificação;
• Não levar objetos cortantes;
• Ter uma alimentação saudável antes do percurso, beber água ao longo do caminho;
• Em caso de mal estar, dirija-se ao ambulatório;
• Use roupas e calçados confortáveis;
• Haverá um setor de achados e perdidos próximo ao ambulatório;
• Não leve guarda-chuva, pois pode ferir outras pessoas, prefira uma capa

Marina propõe unir todos os programas sociais do País

WELLINGTON BAHNEMANN - Agência Estado
A pré-candidata à presidência da República pelo Partido Verde (PV), a senadora Marina Silva, propôs hoje a integração dos programas sociais da União, Estados, municípios e iniciativa privada por meio de um cadastro único, aproveitando-se da base de dados do programa Bolsa Família. A proposta, batizada de "3ª Geração de Programas Sociais", tem como objetivo a "inclusão produtiva das pessoas" na sociedade. "Além dos benefícios, os programas sociais precisam permitir que as pessoas passem de beneficiários para protagonistas", disse Marina, em coletiva de imprensa realizada hoje na capital paulista.
A alcunha de "3ª geração" se refere ao que Marina classificou de uma evolução nos programas sociais brasileiros, que inicialmente eram baseados em uma política assistencialista. Segundo a pré-candidata, essa tradição foi rompida com o programa federal Bolsa Família, que transfere renda às famílias carentes desde que cumpram certas exigências, como a matrícula dos filhos nas escolas. "O mérito do programa Bolsa Família foi permitir conhecer quem são os pobres do Brasil. Com isso, criou-se um importante canal de comunicação com essa população", acrescentou Ricardo de Barros, coordenador dos programas sociais da campanha da pré-candidata do PV.
O "passo além" proposto pelo PV é de que, a partir dessa base de dados, outros programas sociais desenvolvidos pela União, Estados, municípios e iniciativa privada possam ser acessados pela população de maneira integrada e personalizada, com base nas necessidades especificadas de cada núcleo familiar. "O objetivo é criar um plano de desenvolvimento individualizado, permitindo que as diversas oportunidades cheguem às pessoas", afirmou De Barros, ressaltando que a intenção da proposta não é a de criar novos programas sociais, mas sim coordenar as iniciativas existentes.
Para cumprir este objetivo, a proposta prevê a expansão e o aperfeiçoamento do cadastro único para programas sociais. "A ideia é que só exista uma única porta de entrada nos programas sociais", afirmou o coordenador. Outra medida é a separação de quem oferece os programas sociais de quem seleciona os beneficiários. Hoje, o mesmo órgão oferece o programa social e escolhe as pessoas participantes, algo que a proposta de Marina pretende eliminar. A seleção dos beneficiários seria feita por meio de uma "Rede de Agentes de Desenvolvimento Familiar", que seria criada.
A figura do agente familiar é um ponto central na proposta do PV. Serão estes funcionários que irão: selecionar quem são os beneficiários e quais são os programas que irão participar; estabelecer com as famílias os planos de desenvolvimento personalizados; e monitorar a evolução dos beneficiários até que estes alcancem a gestão plena. "As famílias se comprometerão a cumprir as contrapartidas exigidas. É como se fosse firmado um contrato social", afirmou De Barros. Cada agente terá a missão de acompanhar 50 famílias. O desafio, porém, é grande, já que o Brasil conta hoje com 15 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza.
Durante o evento, Marina Silva ponderou que o plano ainda está em sua fase conceitual, e que os detalhes serão aprofundados posteriormente. Com isso, alguns pontos não estão totalmente claros, como os custos da iniciativa, o número de agentes necessários para trabalhar no projeto e a disposição dos governos estaduais e municipais em abrir mão do processo de seleção dos beneficiários de seus programas sociais. "O custo de implementação da proposta não é orçamentário, mas sim de gestão e política", comentou De Barros. O pesquisador do Ipea disse que o projeto foi inspirado na experiência chilena em políticas públicas sociais
Na mesma linha, Marina sugeriu a otimização do uso dos agentes comunitários que já visitam as famílias nos demais programas sociais do País, o que reduziria a contratação de novos funcionários no setor público. Como exemplo do benefício da otimização dos recursos existentes, citou um projeto iniciado em 2003 no âmbito do governo federal no combate ao desmatamento, que contou com a atuação integrada dos Ministérios da Defesa, da Justiça, do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Ciência e Tecnologia. "Ao final de quatro anos, tivemos um investimento de R$ 390 milhões que diminuiu o desmatamento de 27 mil quilômetros quadrados para os atuais 7 mil quilômetros quadrados", exemplificou.

Israel planeja mudanças em sua política para Gaza

AE-DOW JONES - Agência Estado
O governo de Israel está considerando alterar sua política para Gaza, em um esforço para permitir que ajuda humanitária chegue mais facilmente aos cidadãos do território, informaram autoridades israelenses. Uma pessoa familiar ao governo disse que Israel continua pretendendo revistar "qualquer navio" que possa estar carregando armas para Gaza, que é controlada pelo grupo palestino Hamas, mas que também quer permitir que a ajuda humanitária seja capaz de atingir as pessoas em Gaza.
Autoridades israelenses também disseram que o primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, concordou em explorar "soluções criativas" para facilitar o fluxo de produtos para Gaza, embora Israel não concorde em suspender o bloqueio à região.
Esses comentários surgiram depois que as condenações internacionais ao bloqueio aumentaram, incluindo um novo pedido dos EUA para que sejam feitas mudanças na política em Gaza e depois do ataque à flotilha humanitária que tentou furar o bloqueio a Gaza essa semana.
Autoridades dos EUA disseram hoje que a administração de Obama pode "redobrar" seus esforços para garantir que Israel flexibilize o cerco na faixa de Gaza. Mas as mesmas autoridades indicaram que a Casa Branca não vai pedir formalmente a Netanyahu que ponha um fim no bloqueio. Ao invés disso, o governo norte-americano acredita que existem meios de acelerar a entrada de produtos importantes em Gaza, como material de construção e alimentos, ao mesmo tempo em que continua aprovando que Israel mantenha guarda para não permitir que armas entrem em Gaza. As informações são da Dow Jones.

"É o cúmulo da inversão ética", diz Guerra sobre interpelação do PT

Presidente do PSDB e coordenador da campanha tucana, o senador Sérgio Guerra criticou, nesta quinta-feira (3), a decisão do PT de interpelar na Justiça as declarações do presidenciável de seu partido, José Serra, a respeito do suposto dossiê organizado pela campanha da presidenciável Dilma Rousseff (PT) contra ele e sua filha Verônica Allende Serra.
"É o cúmulo da inversão ética", disse o senador em seu Twitter. "Quem deve alguma explicação a respeito dessa fábrica de dossiês é o PT e a campanha da Dilma", acrescentou. Nesta quarta-feira (2), em evento na capital paulista, Serra responsabilizou a petista pela produção do dossiê.
O presidente do PT José Eduardo Dutra afirmou em seu Twitter nesta quinta-feira (3) que o partido decidiu interpelar o tucano pela acusação. "Decidimos interpelar o Serra judicialmente, pelas suas acusações a Dilma e ao PT, sobre o tal dossiê. Quem não deve, não teme", diz a mensagem postada pelo presidente do PT na rede de microblogs.
Segundo tuitou Sérgio Guerra, "se a Dilma não manifesta repúdio ao que foi feito, não manda embora e nem entrega os malfeitores, então ela assume a responsabilidade por mais essa trapalhada. Não adianta inverter as coisas. Tem que explicar o que fizeram, como fizeram e com qual objetivo".
Em nota oficial da legenda assinada por Dutra, o PT reafirmou nesta tarde que nem a direção nacional nem a coordenação da campanha de Dilma Rousseff "determinaram a elaboração de qualquer dossiê".
Dutra afirma que as especulações acerca do suposto dossiê estão sendo alimentadas pela oposição em "uma tentativa desesperada de buscar reverter um quadro eleitoral adverso".
Ainda pelo Twitter, o coordenador da campanha tucana questiona: "quem trabalhou nos dossiês? Como em 2006, teve gente do Governo? Gente que tinha sala no Palácio do Planalto? Gente da Abin? Quem estava fazendo dossiês? Pagos como? De novo, com dinheiro vivo? Reais e dólares?".
"A Dilma tem de vir a público e explicar. Por que essa mania de esconder a Dilma? Ela se esconde sempre. Se escondeu no caso da Lina. Se escondeu no caso da Dona Ruth", provocou o senador, que é pré-candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Governo vai dar Bolsa Família para 46 mil moradores de rua

BRASÍLIA - O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome vai começar a distribuir o Bolsa Família para 46.078 moradores de rua identificados nas cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. Com base em levantamento feito pelo IBGE, cerca de 300 mil bolsas serão destinadas a eles e a quilombolas, ribeirinhos e indígenas. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome já atende a população de rua em um programa piloto em Belo Horizonte. A ideia do governo é atacar esses "bolsões de pobreza" agora de forma mais consistente. Hoje, 14,3 milhões de famílias (49 milhões de pessoas) recebem Bolsa Família.
O governo admite que é mais difícil cadastrar e acompanhar essas populações, porque todos os beneficiários têm que ter um endereço fixo para referência. No caso das populações de rua, os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAs) poderão ser as referências desses beneficiários. Mas valerá até um abrigo ou restaurante popular que frequentem.
- Há uma preocupação com o cadastramento para que possamos acompanhá-los. Muitos casos também têm que ser atendidos pelo serviço de saúde, por estarem associados à dependência química e a transtornos mentais - disse a ministra Márcia Lopes.
As contrapartidas valerão para todos. Em caso de famílias com crianças, elas têm que ser assíduas na escola e ter acompanhamento médico. Grávidas são obrigadas a fazer o pré-natal. Para cada criança na escola, o benefício é ampliado. O beneficiário também pode ser sozinho. Neste caso, ganha a renda básica de R$ 68 mensais.
Mais acesso a serviços e menos analfabetismo
Nesta segunda-feira, o ministério informou que houve uma melhora no acesso dos participantes do programa a saneamento e abastecimento de água. Em setembro do ano passado, 65,7% dos beneficiários contavam com água encanada e 54,2%, com rede de esgoto ou fossa séptica. Em 2005, esses percentuais eram de 63,7% e 50,6%, respectivamente. Ainda assim, se comparada à cobertura média no país, o atendimento ainda é baixo.
" O beneficiário passa de extrema pobreza para pobreza. Mas, (mesmo passando) de pobreza a não pobreza, o valor ainda é insuficiente "

A baixa escolaridade também é regra entre os receptores do benefício do governo. Ao todo, 82,1% dos beneficiários ou são analfabetos ou não concluíram o ensino fundamental. Enquanto entre os atendidos pelo Bolsa Família a taxa de analfabetismo chega a 16,7%, no Brasil é de 9%. Entre 2007 e 2009, no entanto, o número de responsáveis pela família que não sabiam ler caiu de 17,3% para 13,1%. Também houve aumento no número de beneficiários que procuraram se matricular no ensino médio para retomar seus estudos de 13,2% para 17,6%.
A renda dos beneficiários também aumentou, em média, de R$ 48,69 por pessoa da família (antes de começar a receber a bolsa) para R$ 72,42. São famílias que saíram da extrema pobreza (R$ 70 por pessoa da família), mas permanecem pobres (R$ 140 por pessoa da família).
- O beneficiário passa de extrema pobreza para pobreza. Mas, (mesmo passando) de pobreza a não pobreza, o valor ainda é insuficiente - diz Lúcia.

Governo corta R$ 1,28 bi da Educação

Mais afetado pela redução do Orçamento, ministério já perdeu R$ 2,34 bilhões em relação ao que foi aprovado pelo Congresso

Renata Veríssimo e Edna Simão, BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
O governo definiu ontem os ministérios e os órgãos da União que terão uma nova redução de orçamento este ano, como parte do corte de gastos anunciado recentemente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O Ministério da Educação foi o mais afetado e terá R$ 1,28 bilhão a menos para gastar em 2010. Com esse corte adicional, o orçamento da Educação perdeu R$ 2,34 bilhões em relação aos valores aprovados pelo Congresso.
No total, o Executivo está reduzindo despesas no valor de R$ 7,5 bilhões. Para alcançar o valor do corte de R$ 10 bilhões, anunciado no dia 13 de maio, o governo diminuiu também a estimativa de gastos obrigatórios (principalmente com pessoal e subsídios), em cerca de R$ 2,4 bilhões. O Legislativo e o Judiciário terão uma redução nas despesas de R$ 125 milhões.
O corte foi anunciado como medida para evitar uma escalada mais forte da taxa básica de juros (Selic) decidida pelo Banco Central. O ministro Mantega chegou até a dizer que a medida ajudaria a esfriar o crescimento acelerado da economia, funcionando como uma redução "na veia" da demanda pública.
Na prática, porém, a equipe econômica anunciou um total de R$ 31,8 bilhões cortados do Orçamento para reforçar a política de responsabilidade fiscal e mostrar ao mercado que o governo vai cumprir a meta do superávit primário, que é de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
Neste ano, foi a primeira vez que o governo teve de fazer um corte adicional além do contingenciamento que é realizado todo início de ano, após a aprovação da Lei Orçamentária pelo Congresso.
Além da Educação, os maiores cortes ocorreram no Ministério do Planejamento (R$ 1,24 bilhão), nos Transportes (R$ 906,4 milhões) e na Fazenda (R$ 757,7 milhões). O Ministério da Saúde perderá R$ 344 milhões. O Ministério do Desenvolvimento Social - responsável por programas sociais como o Bolsa-Família - terá de reduzir as despesas em R$ 205,3 milhões.
Beneficiados. Por outro lado, dez ministérios tiveram parte do orçamento recomposto em relação à previsão de março. Os ministérios beneficiados foram Agricultura; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Justiça; Previdência Social; Trabalho; Desenvolvimento Agrário; Esporte; Defesa; Integração Nacional e Turismo.
Segundo o decreto publicado ontem no Diário Oficial da União, os únicos órgãos que não tiveram alteração na previsão de orçamento em relação à última estimativa divulgada em março foram o Ministério das Relações Exteriores e a Vice-Presidência da República.
O governo também fixou R$ 1,5 bilhão como reserva. Esses recursos poderão ser distribuídos, à medida que seja necessário, aos ministérios.