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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Erenicegate, 2010 e as penúltimas conseqüências


  Fábio Pozzebom/ABr
No início, logo que Erenice Guerra virou problema, Dilma Rousseff chamou escândalo de "factóide".


Lula batizou o malfeito de “baixaria” da oposição.

Súbito, Erenice foi ao olho da rua, Dilma tomou distância dela e Lula mandou dizer que apuraria o caso às últimas consequênciais.

Erenice submergiu. Entraram em cena a Polícia Federal e uma comissão de sindicância do Planalto.

Na semana passada, a PF pediu prorrogação do prazo do inquérito.

Interrogou 16 pessoas e não saiu do lugar. Nem sinal da convocação de Erenice.

Nesta segunda (18), foi ao “Diário Oficial” a prorrogação da comissão de sindicância.

Tinha prazo para acabar: 17 de outubro. A data foi fixada numa fase em que Dilma era candidata a uma vitória de primeiro turno.

Como o eleitor esticou a campanha, o governo alonga também as apurações.

Explicações? Por ora, não se ouviu nenhuma.

O governo deveria escalar para uma entrevista a senhora Últimas Consequências.

Diante do repórteres, ela diria: “Meu nome agora é Penúltimas”.