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quinta-feira, 3 de março de 2011

Dilma celebra PIB de 7,5% com pé afundado no freio


Mal o IBGE anunciou o PIBão de 7,5% de 2010, Dilma Rousseff já cuidou de avisar à platéia: não vai se repetir tão cedo.
Ela se dará por satisfeita se, nos próximos anos, o cáculo do desempenho da economia resultar em crescimento situado "numa faixa entre 4,5% e 5%”.
Candidata, beneficiou-se da política de cofres abertos da fase final do segundo reinado de Lula. Eleita, tenta aprisionar a inflação no cercadinho.
"Nós não vamos de maneira alguma deixar a inflação ficar fora de controle", disse a herdeira da conta.
"Com um olho nós vamos olhar para a questão da estabilidade e com outro para a questão da ampliação do investimento".
Sob Dilma, o goveno busca o autocontrole para evitar que o vício do gasto desmesurado alimente o dragão.
É um pouco como o viciado que, sabendo de suas fraquezas, cerca a bebida, o cigarro ou a droga com um sistema de alarmes contra si mesmo.